Dissecando Projeto e Desenvolvimento – Parte 2
Hora de mais uma parte do 7.3. Trataremos agora das entradas de projeto e desenvolvimento, o item 7.3.2, cujo texto está destacado em vermelho:
7.3.2 Entradas de projeto e desenvolvimento
As entradas relativas a requisitos de produto devem ser determinadas e registros devem ser mantidos (ver 4.2.4).
Essas entradas devem incluir
a) requisitos de funcionamento e de desempenho,
b) requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis,
c) onde aplicável, informações originadas de projetos anteriores semelhantes, e
d) outros requisitos essenciais para projeto e desenvolvimento.
As entradas devem ser analisadas criticamente quanto à suficiência. Requisitos devem ser completos, sem ambigüidades e não conflitantes entre si.
Se você baixou o formulário que indiquei no artigo anterior, verá que ele tem campos para todas as entradas. Se não baixou, leia o artigo anterior antes clicando aqui e aproveite para pegar o seu.
As entradas relativas a requisitos de produto devem ser determinadas e registros devem ser mantidos (ver 4.2.4).
Antes de mais nada, é importante saber que a norma pede que existam registros do projeto desde o seu início. Portanto, o planejamento já é o começo deste registro. O formulário sugerido é uma boa solução porque já mantém estes registros desde o início. Antes de falar mais sobre isso, vamos ver cada tipo de entrada que um projeto pode ter.
a) requisitos de funcionamento e de desempenho,
Para um produto fica fácil. É o que se espera dele, quanto deve durar, o que deve resistir (Será a prova d’água? Irá suportar quedas? Vai funcionar a bateria ou não? Precisa suportar pressão?). São as características esperadas para o produto que será criado.
Para um serviço isso fica mais subjetivo, mas ainda assim dá para determinar seu funcionamento e desempenho. Um bufê por exemplo, que fornece seu trabalho para eventos, precisa saber quais os requisitos que terá que atender. Quantos garçons vão ser necessários? Quanto de bebida e quais? Que tipo de convidados estarão no evento? Esses são alguns exemplos de entradas que caberiam nessa alínea.
E quem fornece projetos (hidráulicos, elétricos, civis…)? Os requisitos de funcionamento e desempenho incluiriam número de pontos de tomadas, tipos, pontos de iluminação, onde precisaria de dimmers, essas coisas…
b) requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis,
Esta alínea inclui normas aplicáveis que precisarão ser consideradas no projeto. Voltando ao exemplo do bufê, poderíamos considerar o traje dos funcionários, o menu… E se for preciso ter garçons que falem inglês para atender convidados internacionais? Esses não são requisitos legais, mas fazem partes de normas sociais que para um bufê funcionam como leis, não é mesmo?
c) onde aplicável, informações originadas de projetos anteriores semelhantes
Pode ser que algumas características do produto ou serviço já foram atendidas com sucesso em projetos anteriores, então por que não aproveitar? Na hora de atender essa alínea é que percebemos o quanto pode ser útil manter um histórico dos projetos já executados e validados! Num projeto de software, por exemplo, é comum se aproveitar bibliotecas de funções criadas para programas já existentes. Soluções consagradas em serviços anteriores poupam muito trabalho e oferecem um ganho de agilidade no novo projeto. Só devemos tomar cuidado, pois nem sempre o que foi válido em um caso será garantia de sucesso em outro. Avalie criteriosamente antes de decidir.
d) outros requisitos essenciais para projeto e desenvolvimento.
Aqui entram as particularidades de seu trabalho, área de atuação ou do projeto em questão. Não vou dar exemplos, pois essa parte você deve responder melhor que ninguém… Pense apenas que são as necessidades fundamentais do produto ou serviço e que não são comuns a outros casos.
As entradas devem ser analisadas criticamente quanto à suficiência. Requisitos devem ser completos, sem ambigüidades e não conflitantes entre si.
Ou seja, TODAS as entradas esperadas e imagináveis para seu projeto devem ser levadas em consideração! E todos os requisitos devem estar claramente definidos e devem também ter coerência. Mais uma vez o bufê vai servir de exemplo: Não adianta ter um requisito dizendo que os garçons deverão estar trajados a rigor e outro dizendo que deverão estar usando tênis branco!!! Entendeu?
Para terminar, volto a falar do registro de todas essas informações. Um formulário como o que sugeri pode servir mas não é a única maneira. Há casos em que estes registros podem ter outras formas, podem estar num banco de dados, em atas de reunião, em uma especificação técnica, em um memorial de cálculo… Tudo depende da natureza do seu trabalho! Outra coisa: nem todo projeto precisa atender todos esses requisitos! Se você sabe que não existem normas (requisitos regulamentares ou estatutários) para atender, não tema indicar um grande N/A (não aplicável) neste ponto!
Na parte 3 desse artigo falaremos sobre as saídas. Aguardem que publico em breve!
Em primeira mão: Está publicada a nova ISO 9004:2009!!!
Acabo de ver esta notícia no site oficial da ISO, informando que a ISO 9004:2009 já se encontra a venda. Segue abaixo uma tradução de partes do texto:
A nova edição da ISO 9004 mapeia o caminho a seguir para o sucesso sustentável – 10-11-2009
A nova edição publicada agora da ISO 9004 fornece às organizações um modelo para sucesso contínuo dentro do atual ambiente, complexo, exigente e sempre variável.[...]
Bob Alisic, líder do grupo de trabalho responsável pela ISO 9004:2009 comenta: “Enquanto a meta é inicialmente assegurar a produção de ‘bons’ produtos e serviços, conduzindo à realização da satisfação do cliente, o propósito de longo-prazo é assegurar a sobrevivência econômica da organização. A nova edição dá orientações sobre como uma organização deve adotar uma abordagem sistemática para alcançar isto.”[...]
Comparada com a ISO 9001:2008 que assegura a Gestão da Qualidade de produtos e serviços, enquanto aumenta a satisfação de cliente, a ISO 9004:2009 fornece uma perspectiva mais ampla de gestão da qualidade, particularmente para melhoria de desempenho. Provará ser útil a organizações cuja alta direção deseja ir além da ISO 9001, em busca da melhoria contínua, medida pela satisfação de clientes e outras partes interessadas.[...]
A ISO 9004:2009, Gerenciando para o sucesso sustentável de uma organização-Uma abordagem de gestão da qualidade, custa 150 francos suíços e estará disponível (ainda em inglês, somente) nas instituições nacionais representantes da ISO (no caso do Brasil, a ABNT) e na Secretaria Geral da ISO, através da ISO Store ou contatando o departamento de Marketing, Communicação & Informação (veja no site da ISO).
Leia esta matéria na íntegra, em inglês, no Site Oficial da ISO.
Primeiro Finalista da Promoção do WQD
O professor Márcio Moacir Pereira leciona Gestão da Qualidade no Instituto de Ensino Superior Santo Antônio – INESA, em Joinville – SC. Sua proposta e o resultado obtido demonstraram organização e liderança, como poderão ver mais abaixo.
“Achei muito oportuno a divulgação deste Dia Mundial da Qualidade, e estou buscando uma forma de fazer algo com meus alunos.
Estou propondo aos alunos deste semestre que participem deste Dia Mundial da Qualidade.
Passei a eles uma tarefa que será realizada no sentido de criar a divulgação deste dia na universidade em uma área de Qualidade escolhida por eles, por exemplo qualidade de vida.”
Marcio Moacir Pereira
Professor – Gestão da Qualidade
INESA – Instituto de Ensino Superior Santo Antônio
Joinville – SC – http://www.inesa.com.br
Seguem as fotos das atividades que desenvolveram nesta Semana da Qualidade INESA, termo cunhado pelos alunos da turma do 8º semestre.
Foram várias iniciativas para comemoração do Dia Mundial da Qualidade na disciplina de Gestão de Qualidade do Instituto de Ensino Superior Santo Antônio – INESA em Joinville – SC, como proposição de um trabalho acadêmico sobre qualidade em áreas que rodeiam nosso dia a dia.
1- Qualidade de vida no trabalho: trouxeram um palestrante Sr.Robert H. Schubert – Fisioterapeuta do Trabalho que falou destes conceitos para melhorar nossa qualidade de vida. Equipe: Samara Souza, Priscila Orsi, Luciana Pedroso, Gleycikelli Martins, Rosimeri Pacheco, Samara Stahelin e Fabiana Paszchuck.
2- Relacionamento Empresarial: a equipe criou um cartaz e o a denominação da Semana da Qualidade. Equipe: Joni Meurer Silva, Richard Ribeiro, Fabiano Miguel de Souza, Amanda Torres e Emeliane Tormena.
3- Qualidade de Vida nas Organizações – um enfoque sobre liderança: trabalho acadêmico e cartaz que foi colocado nos murais da faculdade. Equipe: Ana Clara, Cleide Martins, Jéssica Tomio, Rosane Stange e Vanessa Carvalho.
4- Responsabilidade Social nas Empresas: cartaz sobre responsabilidade social nas empresas que foi colocado nos murais da faculdade. Equipe: Anderson Cardoso, Josilene Machado, Edson Rech e Suzana Vieira.
5- Qualidade nos Relacionamentos – Equipe: Cristiane Peixer Nunes, Evelise Nunes e Letícia Cordeiro.
6- Qualidade de Vida no Trabalho: criado um jornal sobre a semana da qualidade. Equipe : Bruna de Andrade, Fernanda M. de Borba, Marlúcia Ochner, Paulo Mazotto, Adnilson e Jonatas.
Os cartazes criados pelos alunos foram afixados nos murais da faculdade, bem como o cartaz oficial do Dia Mundial da Qualidade baixado no Qualiblog.
Assim fica registrada a contribuição da INESA e de seus alunos para este importante evento de comemoração do Dia Mundial da Qualidade 2009!
Em breve outro finalista será apresentado e poderemos começar a votação, pois vocês leitores é que vão escolher o vencedor da promoção do Qualiblog no Dia Mundial da Qualidade!!!
Quem está participando do Dia Mundial da Qualidade
Algumas das organizações que estão promovendo o Dia Mundial da Qualidade estão na imagem abaixo (o meu logotipo está junto como papagaio de pirata…rs):

Clique aqui e conheça estas e muitas outras que apóiam este evento em vários lugares do mundo!
Dissecando Projeto e Desenvolvimento – Parte 1

Não vai doer nadinha!...
Vamos dar uma olhada mais detalhada no requisito 7.3, já que é nele que se encontram as maiores dúvidas de interpretação dos leitores do blog. Já havia escrito outro artigo falando sobre ele, mas não tão aprofundado. O texto da norma estará transcrito aqui em vermelho, para facilitar o acompanhamento. Tentarei dar dicas que atendam projeto de produtos e de serviços.
Como será um texto longo, dividirei em partes. A primeira, que é esta, já poderá dar bastante esclarecimento sobre o que fazer para atender o 7.3:
7.3.1 Planejamento do projeto e desenvolvimento
A organização deve planejar e controlar o projeto e desenvolvimento de produto. Durante o planejamento do projeto e desenvolvimento a organização deve determinar:
a) os estágios do projeto e desenvolvimento,
b) a análise crítica, verificação e validação que sejam apropriadas para cada fase do projeto e desenvolvimento, e
c) as responsabilidades e a autoridade para projeto e desenvolvimento.
Sempre que vir a palavra produto neste requisito considere que ela equivale a serviço, se for o seu caso. As três alíneas acima não são tão complicadas quanto parecem. Um dos maiores erros ao interpretar o 7.3 é achar que cada item dele deve ser aplicado individualmente em todos os projetos, o que não é verdade. Partes dele se aplicam ao processo de gerenciamento dos projetos portanto, uma vez definidas, já estão atendidas a cada vez que se cria um novo projeto. Vamos olhar cada uma agora:
a) os estágios do projeto e desenvolvimento,
Estes estágios podem variar a cada projeto ou não, dependendo do tipo de projeto. As fases ou estágios podem ser, por exemplo:
Especificação: Requisitos iniciais que deverão ser atendidos pelo produto ou serviço. Faz parte das entradas de projeto e definem as necessidades existentes e que o produto ou serviço deverão atender.
Design e/ou Materiais: Onde definimos os materiais pretendidos ou recomendados para atender as especificações estabelecidas. Pode incluir a escolha de cores, texturas, tamanho, etc… Num projeto de construção civil por exemplo seria o memorial da obra.
Inspeção: Os pontos onde, durante o desenvolvimento do projeto ou do serviço, podem ser feitas inspeções para garantir que a execução está correndo conforme o projetado. São as análises críticas e verificações de que fala a alínea “b”. As análises críticas também ocorrem quando temos que mudar algo no projeto por algum motivo.
Esses são apenas alguns exemplos de estágios (ou fases) do desenvolvimento de um projeto. Cada área tem suas particularidades e, quando se fala em projeto e desenvolvimento do produto ou serviço, elas devem ser consideradas.
b) a análise crítica, verificação e validação que sejam apropriadas para cada fase do projeto e desenvolvimento,
Cada fase do projeto, da criação de um produto ou da execução de um serviço, podem precisar (ou não) de análise crítica e verificações. A análise crítica trata basicamente de constatarmos se estamos indo na direção correta e prevista. Pode ser feita por um determinado profissional que acompanha os trabalhos ou por um grupo, em reuniões. A melhor forma só pode ser determinada considerando-se a complexidade do projeto. Uma reforma pode ser acompanhada e analisada por um arquiteto. A construção de um foguete terá uma infinidade de profissionais envolvidos e tarefas sendo executadas simultaneamente… A análise crítica se baseia geralmente em informações e as verificações em acompanhamento local do trabalho.
A validação é outra coisa. Significa garantir que o resultado esperado foi alcançado ou superado. Pode ser feita no final do desenvolvimento ou pode ser necessária em determinados estágios. Quer um exemplo simples? Para pintar uma parede é necessário verificar se o acabamento de base está adequado. O pintor verifica se foi passado um selante, testa se ele está suficientemente seco, e só então começa a aplicar a tinta. Antes de dar outra demão de tinta, ele verifica novamente se a camada anterior está seca. Nesses momentos ele está fazendo uma verificação do projetado, e também uma validação da etapa anterior. Através de uma conversa entre ele e o arquiteto (uma análise crítica), podem decidir não aplicar mais demãos de tinta, ou o contrário. Essas decisões alteram de alguma forma o projetado.
c) as responsabilidades e a autoridade para projeto e desenvolvimento.
Cada fase pode ter um responsável pela execução, pela verificação, pela validação… É a mais simples das alíneas, pois basta definir desde o início do trabalho quem é responsável pelo quê, para cada fase. Já viram um desenho de peça? Num dos cantos tem sempre uma espécie de tabela onde constam o nome de quem desenhou, quem verificou e quem aprovou aquele desenho. É uma evidência de que as responsabilidades e a autoridade foram definidas.
A organização deve gerenciar as interfaces entre diferentes grupos envolvidos no projeto e desenvolvimento, para assegurar a comunicação eficaz e a designação clara de responsabilidades.
As saídas do planejamento devem ser atualizadas apropriadamente, na medida em que o projeto e o desenvolvimento progredirem.
Esta parte do 7.3.1 pode estar definida em um procedimento, no Manual da Qualidade, ou em alguns casos até mesmo no próprio projeto! O importante é que seja estabelecida uma forma clara de comunicação entre os membros de uma equipe e entre várias equipes que porventura estejam envolvidas num mesmo projeto. Pode ser definido por exemplo que todos os assuntos serão tratados por e-mail, ou que será feita uma reunião semanal e lavrada uma ata… Um pouco antes comentei que a construção de um foguete envolve muita gente. Já pensou se isso vira uma Torre de Babel? – O foguete não vai sair nunca e o que vai para o espaço é o projeto! Por isso a ISO volta a frisar que as responsabilidades devem estar claramente definidas desde o início do projeto. E afirma também que desde o início deve ter alguém responsável por manter atualizadas as saídas do projeto e desenvolvimento na medida em que aconteçam. Essas atualizações poderiam ser reportadas pelo líder de cada equipe e centralizadas no responsável maior pelo projeto, que acompanha os cronogramas e os atualizaria conforme o andamento dos trabalhos.
NOTA: Análise crítica de projeto e desenvolvimento, verificação e validação têm propósitos distintos. Estas atividades podem ser conduzidas e registradas separadamente ou em qualquer combinação, na forma adequada para o produto e a organização.
Esta nota serve apenas para alertar que a ordem das atividades não precisa obedecer necessariamente uma estrutura rígida. Quantas e quais análises críticas serão necessárias, quais verificações e validações deverão ser feitas e em quais momentos, tudo isso pode ser livremente definido pela organização e não pode ser questionado. Dependendo da complexidade do projeto, volto a dizer, essas atividades podem ser feitas simultaneamente, num mesmo momento.
Para facilitar o planejamento do projeto e desenvolvimento, desenvolvi em conjunto com um engenheiro de desenvolvimento um check-list que facilita bastante as definições iniciais e o acompanhamento de qualquer projeto. Para cada etapa, você tem total liberdade para expandi-la e detalhar, ou mesmo informar que ela não se aplica.
Clique aqui ou no presente para baixar o modelo em formato Word (.doc).
Os demais itens do requisito 7.3 (que vão de 7.3.2 a 7.3.7) serão tratadas nas próximas partes deste artigo. Aguardem que ainda esta semana publico pelo menos mais uma!
Novidades, novidades
Bem, a semana está chegando ao fim, a minha tempestade pessoal está passando… Hora de postar um pouco no blog!
De início, vamos às maiores novidades que rolaram na semana:
1 – O José Ricardo Rigoni oferece sua terceira vídeo-aula no Total Qualidade! O tema agora é Diagrama de Ishikawa (Causa e Efeito) e Histograma, com direito a uma planilha em Excel contendo as duas ferramentas!
Clique aqui para baixar gratuitamente este excelente material! Quem já viu as duas outras vídeo-aulas sabe que não vai se arrepender!
2 - Há dois anos, quando abri o Qualiblog, praticamente não havia na blogosfera nenhum blog sobre Gestão da Qualidade. Parece que andei inspirando algumas pessoas (não quero ser pretensioso…) pois de lá para cá tem aparecido vários blogs sobre o assunto, excelentes por sinal (O Total Qualidade do Rigoni é ótimo exemplo, o QualIT News da Aléxia também). Agora até um grande ícone da Qualidade, o Hayrton Prado (Editor da BANAS Qualidade e autor de vários e-books – veja aqui) acaba de abrir seu próprio blog: O Qualidade on Line´s Blog, que já começa com farto conteúdo e com um canal no Twiter também. Não deixem de visitar!…
3 – A Qualidade em Quadrinhos está disponibilizando um Teste da Qualidade gratuito em seu site, como parte da promoção do Dia Mundial da Qualidade, que estão divulgando inspirados pela iniciativa do Qualiblog!
Fico extremamente feliz em ver que a Qualidade está conquistando mais e mais espaço, pois me apaixonei por essa área fascinante e quanto mais conhecimento for disponibilizado sobre ela melhor será!…
O Inmetro e o futuro dos computadores

Imagem estrategicamente surrupiada do Army.mil
Apesar de muita gente achar que o Brasil não se envolve (seriamente) em pesquisa e desenvolvimento, e menos ainda que o INMETRO faz parte disso, segue um bom exemplo de tecnologia de ponta em estudo lá, com a vantagem sobre os concorrentes de focar também a sustentabilidade, palavra de ordem atualmente e com certeza no futuro. Veja a matéria:
Criação de telas multimídia dobráveis e transparentes tem a participação do Inmetro
Será provavelmente dispensável em uma viagem no futuro acomodar o notebook numa pasta ou mochila – bastará dobrá-lo e guardar no bolso. Esse avanço tecnológico se tornará realidade quando as telas flexíveis de diodos orgânicos emissores de luz, os chamados Foleds (da sigla flexible organic light emitting device), chegarem ao mercado num futuro próximo.
Vários fabricantes de equipamentos eletrônicos, como Sony, Philips, Fujitsu, e grupos de pesquisa no mundo perseguem esse objetivo, entre eles uma equipe de pesquisadores brasileiros do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), no Rio de Janeiro, e do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (IQ-Unesp), do campus de Araraquara, no interior de São Paulo.
Recentemente, eles desenvolveram o protótipo de um Foled que utiliza um substrato inédito baseado em biocelulose, uma espécie de papel transparente batizado pelos pesquisadores de biopaper, com transparência superior a 90% na região visível do espectro eletromagnético, o que significa deixar passar quase toda a luz incidida sobre ele. [...]
Esta parte da matéria eu tirei do site do INMETRO, mas o total você poderá ler na Revista Pesquisa Fapesp.
Momento Banda de um Homem Só
Claro que todo mundo tem inúmeras atividades e obrigações, mas tem momentos em que a gente se sente uma “Banda de um Homem Só”… – Estou exatamente nessa fase agora.
Faculdade, Auditorias, projeto de revisão do SGQ para a empresa, família, treinamentos a desenvolver e realizar, cobrir férias de um colega… Esqueci alguma coisa? – provavelmente sim… “Tudo ao mesmo tempo agora”, do Titãs, é a trilha sonora que cabe aqui.
Para completar, essa semana um problema em família me impediu de comparecer a um compromisso que eu não queria perder: o casamento de um amigo. Bem, esse eu espero não ter outra chance de ir. Desejo toda a felicidade do mundo ao casal e que a nova vida dos dois seja repleta de bons momentos. De presente, vai o segredo de um bom casamento: diálogo. Diariamente; em bons e não tão bons momentos; sobre o trivial e sobre o excepcional; sobre planos e desejos; sobre tudo. Afinal, como todo bom contrato, o casamento deve ser levado “preto no branco”.
A todos, quero pedir desculpas pela pouca atenção que tenho dado ao blog nesses (longos) dias. Espero que em breve as coisas voltem ao normal…
Resultado da enquete de Outubro-2009
A enquete de outubro teve ótima participação dos leitores, com um total de 2.090 votos!
Os itens mais votados foram:
7.3 – Projeto e Desenvolvimento, com 10% dos votos;
6.2 – Recursos Humanos, com 9%
8.2.3 – Monitoramento e Medicao de Processos, com 6%
7.5 – Producao e Prest. de Serviço, com 5%
8.2.4 – Monitoramento e Medicao do Produto, com 5%
7.1 – Planejamento do Produto, com 5%
8.4 – Analise de Dados, com 4%
8.3 – Controle de Produto Nao Conforme, com 4%
7.4 – Aquisição, com 4%
5.4.2 – Planejamento do SGQ, com 4%
5.6 – Analise Critica, com 4%
Portanto, como já era de se esperar, o próximo assunto abordado no blog será a aplicação prática do requisito 7.3, em seguida o item 6.2 e assim por diante.
Aguardem os próximos posts sobre Projeto e Desenvolvimento!…
Para ver o resultado total da enquete, clique aqui.
Mais uma ação inspirada no WQD
Dias atrás mostrei a forma como a Qualidade em Quadrinhos divulgou o Dia Mundial da Qualidade (WQD – World Quality Day). Agora, a Marjorie Cavalcante, RD da Casablanca Turismo, me enviou a criativa ação que desenvolveram: Um Concurso de Redação interno, tendo o Dia Mundial da Qualidade como tema:

Muito legal!!! – Faltou só divulgar o Cartaz Oficial, Marjorie…
E VOCÊS??? COMO VÃO DIVULGAR O DIA MUNDIAL DA QUALIDADE EM SUA EMPRESA? – Venha participar também! Veja como clicando aqui ou no cartaz que está na barra lateral do blog…




















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