6 / Julho/ 2009

Para pensar… e se mexer!

“Descuidados deixam a porta mal fechada; preguiçosos, encostada ; loucos, aberta.” Dito Japonês – Sugestão do Douglas Danilo!

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QUE TAL DEIXAR NOS COMENTÁRIOS DESTE POST UMA FRASE (COM AUTOR) PARA EXPORMOS AQUI?

VAI SER ÓTIMO TER SUA PARTICIPAÇÃO!

3 / Julho/ 2009

WQD-2009 – escolhido o prêmio

Quem participar da promoção do Qualiblog para o Dia Mundial da Qualidade irá ganhar um post destaque no Qualiblog e um brinde surpresa. Foi isso que eu disse no início da promoção, em 04/06/2009. Mas decidi acabar com a surpresa e vou revelar o prêmio desde já, como incentivo para vocês!

O primeiro colocado ganhará um Kit 5S para Facilitadores, o melhor e mais criativo material sobre 5S que há na rede!

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Todos os demais participantes serão divulgados no blog, então vamos lá minha gente da qualidade! PARTICIPEM!!! – Vejam como concorrer clicando aqui!

3 / Julho/ 2009

Bad times, hard days…

Não é pessimismo, mas esta semana tem sido particularmente complicada…

radioactiveComeçou na segunda-feira à noite, quando deixei meu carro estacionado numa rua calma em Taboão da Serra e quando voltei… Uma F-350 da ELETROPAULO tinha feito a proeza de detonar a porta do coitadinho… Lá vou eu ligar para 190, pedir orientações… Tentei fazer o B.O. pouco depois. Impossível!!! Só consegui fazê-lo no outro dia (30/06) pela manhã, daí passei o dia correndo oficinas para fazer orçamentos que deverão ser levados à Eletropaulo para avaliação. Será que pagam na hora? – me pergunto…

O resto da semana venho lidando com uma documentação complicada para um cliente da área nuclear, cuja papelada parece que dá cria na minha mesa… Será que dá para separar os papéis machos das fêmeas para que parem de cruzar e gerar as ninhadas de relatórios que estão infestando esse processo? – Não, não dá… UFA! Ainda bem que é sexta-feira…

Bad times, hard days… – podia ser título de um rock soturno de uma banda qualquer, mas é só o que me veio à mente para dar título a esse desabafo…

E esses dias pesados vão se estender um pouco mais, então meus amigos, tenham paciência comigo e entendam que por isso o Qualiblog vai ficar meio parado uns tempos, mas logo volto a postar novos artigos e a preparar um material bem legal para disponibilizar aqui, ok?!

Um grande abraço a todos!!!

PS.: Os e-mails e comentários eu tenho tentado responder, mas pode demorar um pouco…

1 / Julho/ 2009

Promoções do Qualiblog

Agora tudo o que for criado com caráter promocional aqui no Qualiblog estará reunido nesta nova página, para manter o blog sempre organizado! Fica mais fácil para todo mundo ver e participar, se quiser! Também serão divulgadas promoções de outros blogs e sites, após aprovação. Clique na imagem abaixo para visitar:

Monitor Promocoes

TODAS AS PROMOÇÕES DO QUALIBLOG SÃO GRATUITAS

E NÃO EXIGEM CADASTRO PARA PARTICIPAR.

BASTA SEGUIR AS INSTRUÇÕES!

1 / Julho/ 2009

Motivação é assunto do capítulo 6

Na ISO 9001 em 6.2.1 tem uma nota: “A conformidade com os requisitos do produto pode ser afetada direta ou indiretamente pelo pessoal que desempenha qualquer tarefa dentro do SGQ”. E em 6.2.2d diz que a organização deve “assegurar que o seu pessoal está consciente quanto à pertinência e importância de suas atividades e de como elas contribuem para atingir os objetivos da qualidade”. - Como essas premissas podem ser atingidas e qual a relação entre elas?

Na minha opinião pode ser resumida em uma palavra: MOTIVAÇÃO. E para motivar vocês a pensar um pouco nesse tema, seguem abaixo excelentes dicas de David G. Javitch, Ph.D. em gestão empresarial e colunista da Entrepreneur, que pesquei num post do Wilson Gotardello Filho do blog Papo de Empreendedor” – revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios“.

1 – Elogie o funcionário com um “bom trabalho”, ou até mesmo por um bom trabalho realizado parcialmente;
2 – Se um funcionário está desestimulado, envolva-o em discussões sobre maneiras de criar uma atmosfera mais satisfatória, incluindo promoções;
3 – Deixe claro quais são suas expectativas;
4 – Tenha certeza que a função do funcionário envolve uma variedade de atividades;
5 – Deixe claro que a função dele impacta no resultado de um processo;
6 – Tenha certeza que o funcionário sente que a função é significante;
7 – Dê um feedback. Aponte aspectos positivos e negativos do funcionário durante o processo;
8 – Dê autonomia ao funcionário (baseado em experiências prévias, claro);
9 – Amplie as responsabilidade de um funcionário durante a execução de uma tarefa;
10 – Disponibilize a oportunidade de crescer.

Aproveite e visite a fonte para saber também os cinco mitos sobre motivação segundo Javitch! – Clique aqui.

30 / Junho/ 2009

O que é o Dia Mundial da Qualidade

O Dia Mundial da Qualidade, este ano comemorado em 12 de Novembro, é um evento promovido pelo CQI – Chartered Quality Institute (Instituto da Qualidade Garantida).

Ele foi introduzido pelas Nações Unidas em 1990 para aumentar a conscientização mundial da importante contribuição que a Qualidade oferece para o crescimento e prosperidade das Empresas e das Nações.

Seu propósito é encorajar a participação e o engajamento de indivíduos e empresas nesse sentido.

Numa economia globalizada, onde o sucesso depende de qualidade, inovação e sustentabilidade, o Dia Mundial da Qualidade é uma chance de reforçarmos esses temas nas bases das nossas organizações e também aumentarmos o foco na Qualidade!

Um pouco de História…

Em 1988 foi formada a Fundação Européia para Gestão de Qualidade e o primeiro Dia Mundial da Qualidade aconteceu em novembro de 1989. Não há formalmente a instituição do Dia Mundial da Qualidade, nem um motivo específico para a escolha desta data. É comum as organizações europeias comemorarem este dia na segunda quinta-feira do mês de Novembro. Hoje ele é uma iniciativa conjunta de cerca de 35 países europeus, membros da “European Organization for Quality”.

No Brasil, o Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade – PBQP foi Implantado como resultado da Exposição de Motivos (EM) nº 171, de 26 de junho de 1990. Na época, foi proposto Novembro como o Mês da Qualidade,
já que o dia 9 desse mês é, desde 1989, esmo que não oficialmente, o “Dia Mundial da Qualidade”. O ano de 1991 também foi proposto aqui como o Ano da Qualidade.

Mas porquê Qualidade?

A qualidade é um termo que está em todos os lugares, em todos os aspectos da nossa vida! Para organizações, porém, desdobrar abordagens de Qualidade é uma condição prévia para criarem um negócio sustentável.

As abordagens da qualidade podem beneficiar sua organização de muitas formas. Podem:

- melhorar a satisfação dos clientes;
- reduzir custos e melhorar a rentabilidade;
- apóia a melhoria e a inovação;
- ajuda a identificar e administrar riscos;
- assegura o cuidado e responsabilidade corporativos.

Texto adaptado de “What is World Quality Day?“, que pode ser visto na íntegra (em inglês) no site do CQI.

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Por tudo isso e mais, convém que todos conheçam o que a Qualidade pode proporcionar, o que já nos trouxe de benefícios em nossa vida diária e na evolução da nossa indústria. PARTICIPE TAMBÉM!

O Dia Mundial da Qualidade vai ser comemorado em 12 deNovembro, mas nada impede que comece a pensar nele já! Comece a divulgar em sua empresa, entre os colegas, incentivando atividades para destacar o papel da Qualidade no seu dia-a-dia! Afinal não fazem isso com o Carnaval? As escolas de Samba não esperam nem terminar os desfiles de um ano e já começam a se preparar para o próximo! Vamos fazer no dia 12 de Novembro a Apoteose da Qualidade, mas vamos começar a ensaiar e preparar o nosso “desfile” desde já!

Conheça a promoção lançada pelo Qualiblog para divulgar o Dia Mundial da Qualidade e participe! Traga sua idéia para ser destaque nessa avenida!!!

29 / Junho/ 2009

Mire no Alvo – Foco é fundamental para conseguir emprego

A nossa área é uma das que mais investe na formação de pessoal. Dessa forma, um funcionário cultivado às vezes por anos acaba se tornando uma espécie de bem da Empresa, e dificilmente surgem vagas para quem está batalhando emprego… Por outro lado, é também uma área que, em tempos de crise, erroneamente é uma das primeiras vitimadas pela redução das equipes. Com esse quadro, se você está desempregado, toda ajuda ou dica para facilitar um pouquinho que seja a busca de um novo posto será sempre bem vinda.

Hoje, lendo o Oficina de Gerência, um dos meus blogs preferidos, vi essas dicas abaixo e achei conveniente trazê-las para cá. O texto é de Robert Wong, um dos mais destacados caçadores de talentos (headhunter) no Brasil e na América Latina, segunda informa o meu caríssimo amigo Herbert Drummond, editor do Oficina responsável por reunir ótimos artigos.

Quais os mitos sobre a arte de procurar emprego?

“Na atual conjuntura, onde muitas pessoas estão ativamente procurando emprego, transcrevo algumas considerações que poderão ajudá-las a desmistificar conceitos que as tem atrapalhado nesta empreitada. Ciente da realidade e com uma boa dosagem de autoconfiança, você terá melhores condições de conseguir sua colocação no mercado.

1. Se o emprego não for anunciado no jornal ou postado num site, ele não existe.
Grande parte é efetivamente colocada na mídia, mas muitas posições nunca são anunciadas. Para identificá-los, sonde proativamente as empresas ou explore sua rede de contatos (network), a qual responde pela grande maioria das contratações.

2. O currículo deve ter no máximo uma ou duas páginas.
É verdade que poucas pessoas gostam de ler currículos extensos, mas o fato é que o currículo deve conter seus dados mais relevantes, e excluir informações potencialmente importantes por causa de restrições de espaço não faz sentido. A regra a seguir é manter seu currículo sucinto, elegante, mas bem elaborado, com citação das suas principais informações e realizações.

3. O importante não é o que você conhece, mas quem você conhece.
Os dois fatores têm seus próprios méritos e relativos pesos. A combinação do seu know-how X know-who é que vai definir seu valor e seu diferencial, pois o mercado procura efetivamente o executivo com um bom mix destas qualidades.

4. Minhas chances aumentam com o número de currículos que envio.
Hoje, é importante uma tática que prima mais pela qualidade do que pela quantidade. Seja seletivo no envio dos currículos, mas sempre alinhado com seus objetivos. Com foco e alinhamento, suas chances de acertar no emprego desejado melhoram.

5. A melhor entrada é pelo RH ou pelo Departamento de Pessoal.
Pode ajudar, mas o melhor caminho ainda é contatar, se e quando possível, o próprio contratante da posição. Afinal de contas, ele é o tomador da decisão.

6. As realizações que conquistei vão garantir minha colocação.
Errado! Lembre-se de que a empresa quer contratar o seu presente e o seu futuro, não o seu passado. Fale mais sobre o que você pode fazer e menos sobre o que você já fez.

7. Sem diploma, não tenho chances de conseguir um bom emprego.
Falso! No passado recente, isso podia até ser válido, mas, hoje, as empresas são mais pragmáticas; elas querem resultados práticos. Caso você não tenha o grau de ensino requerido, é sua incumbência ensinar a essas pessoas que suas habilidades e competências de longe compensam a eventual falta do diploma. Mas o fator mais importante ainda continua sendo sua autoconfiança! “

Aproveite que leu até aqui e faça uma visita ao Herbert, no Oficina de Gerência, para garimpar mais uns textos e artigos que podem aumentar seu potencial profissional, pois conhecimento nunca é demais e a experiência de um cara vivido como ele não tem preço!

27 / Junho/ 2009

Porque e como avaliar fornecedores

Algumas pessoas já me procuraram com dúvidas sobre avaliação de fornecedores, que iam desde o motivo da avaliação até qual a melhor maneira de proceder. Sobre esse tema, tenho as famosas duas notícias, uma boa e uma ruim. A boa é que a avaliação de fornecedores não precisa ser complicada. A ruim é que precisa ser constante, já que é um requisito importante da ISO 9001, o 7.4.1. Ainda bem que a notícia ruim não é tão ruim assim, e você logo vai saber por quê.

Vamos à primeira parte da questão: Porque avaliar fornecedores?

A maioria das pessoas que trabalham em gestão da qualidade já têm filhos. E como procuram ser bons pais, dedicados e preocupados com a formação dos pimpolhos, querem saber sempre sobre as companhias com as quais eles andam por aí. De certa forma, seu cliente não é diferente. Ele irá realmente se preocupar se souber que quem fornece a matéria-prima ou algum processo que fará parte do seu produto – que ele irá adquirir – não é confiável ou capaz de fornecer a devida qualidade nesses itens. Mas geralmente ele não sabe, né?… – Uma perguntinha: Se seu filho anda em más companhias e você não sabe, como se sentirá quando descobrir? – ponha-se no lugar de seu cliente e responda: vai se sentir traído… Mas esse nem o motivo mais importante. O motivo decisivo para avaliarmos nossos fornecedores é que desejamos ter controle sobre a qualidade e sobre nossos processos. Não queremos problemas! Mais: não queremos pagar por problemas!!!

Ora, um mau fornecedor viverá te trazendo problemas! Irá “furar” seu cronograma quando entregar fora do prazo ou entregar produtos sem qualidade, que não correspondam ao que você comprou. Irá te dar prejuízos para corrigir as não-conformidades que poderão surgir em seus processos. Irá afetar até sua imagem perante seus clientes, pois quem tem maus fornecedores acaba se tornando um também… É inevitável! E isso irá fazer você perder negócios… Precisa outro argumento?

Agora, como fazer a avaliação?

Apenas como exemplo, vou apresentar uma forma de avaliação que pode ser aplicada por pequenas e médias empresas, cujo número de fornecedores ativos não é muito alto.

Se você não tem um cadastro de fornecedores, essa será sua primeira tarefa. Neste cadastro é preciso constar todos os dados do fornecedor, como razão social, documentos, endereço, telefone(s), pessoas de contato, site, e-mail e, muito importante, se é ou não certificado pela ISO e quando vence a certificação. Isso permite que você acompanhe a situação do fornecedor e verifique, de tempos em tempos, se é preciso pedir uma comprovação de que ele mantém sua certificação. Caso esteja vencida, peça uma cópia do certificado ISO 9001 e atualize seu cadastro. Fisicamente ou não, cada fornecedor deve ter uma pasta onde deverá estar arquivada a documentação gerada pela relação com sua empresa (cópias de notas, catálogos, pedidos mais recentes, isto fica a seu critério definir), cópia do certificado ISO, se houver, e mais o que julgar pertinente.

Avaliação Inicial
Ao pretender iniciar a relação com um fornecedor, alguns critérios devem ser adotados, pois você na verdade não tem ainda dados para avaliá-lo. Uma das primeiras providências é verificar se ele tem ou não certificação ISO 9001, pois ela, apesar de não garantir que ele será um ótimo fornecedor, permite saber que ele tem um SGQ voltado para a satisfação do cliente, que no caso será você… Ponto para ele. Aqui cabe uma observação. Nem todos os fornecedores precisam ser qualificados e nem todos precisam ser certificados. Isto vai depender do que pretende comprar dele e qual a importância do produto dele no seu produto ou na sua empresa. Exemplo: Quem fornece café para uma metalúrgica não precisa necessariamente ter certificação ISO. Quem fornece para um hotel ou restaurante pode precisar… É que para a metalúrgica o café não terá impacto sobre o seu produto, mas para o hotel ou restaurante com certeza vai ter. Dessa forma, você só precisa se preocupar em qualificar ou exigir certificação de fornecedores que terão impacto no seu produto, serviço, ou processos. Os fornecedores de materiais que não ofereçam impacto podem ser dispensados de avaliação inicial ou periódica, mas é você que determina isso. Tem gente que avalia TODOS os fornecedores…

O próximo item da avaliação inicial é verificar uma relação de clientes dele, vale até mesmo ligar ou mandar um e-mail pedindo a opinião deles, com todo sigilo, claro! Peça preferencialmente que ele lhe passe uma relação de clientes do seu ramo de atuação, se possível.

Se você preferir ou puder, é bastante interessante fazer uma auditoria nas instalações dele, ou ao menos uma visita de avaliação.

Outra providência bastante comum é enviar para ele um questionário de avaliação, onde você especifica as questões que tenha relevância para seu negócio. Se o fornecedor for certificado ISO 9001, convém dispensá-lo de responder o questionário.

O resultado desta avaliação inicial irá determinar se ele é um fornecedor desejável para sua organização ou não. É um trabalho preventivo, e caso seu candidato a fornecedor seja reprovado, não foi trabalho perdido, pois terá lhe poupado de muitas dores de cabeça futuras…

Nos próximos artigos trataremos de avaliação periódica, IQF (Índice de Qualificação do Fornecedor), desenvolvimento de programas de fornecimento e novos fornecedores. Acompanhe o blog!

24 / Junho/ 2009

Turbinando a ISO 9001

A ISO 9001 por si só já é capaz de trazer vários benefícios para a organização, isto não se discute. Mas também sabemos que ela atende apenas de 30 a 50% dos requisitos aplicáveis para que a empresa possa concorrer a prêmios de Qualidade!

Independente de  querer atingir o patamar de Empresa Classe Mundial, existem formas de melhorar significativamente o atendimento da própria ISO 9001 e ter um SGQ superior à média! Seria como ter um SGQ “tunado”!!!

velozes e furiosos

Para isso, é necessário conhecer e aplicar uma série de outras normas, não certificáveis, mas extremamente úteis quando se trata de ir além da ISO 9001! Eu nem vou incluir a ISO 9000 – Fundamentos e Vocabulário, pois ela é primordial para um Gestor saber interpretar a ISO 9001 minimamente. Veja a lista e comentários abaixo:

ISO 9004 – Sistemas de gestão da qualidade – Diretrizes para melhorias de desempenho – Oferece sugestões para um SGQ mais exigente. Eu sempre a utilizo para esclarecer a interpretação da 9001 em alguns pontos e para orientação. A nova versão que está para sair trata da Sustentabilidade, e trará uma série de novidades sobre a participação da Qualidade nesse tema tão importante para as gerações futuras (e para a nossa também…)

ISO 10002 – Satisfação do cliente – Diretrizes para o tratamento de reclamações nas organizações – As formas corretas de tratar a comunicação com o cliente, suas reclamações, como avaliar o desempenho desta área tão delicada para o sucesso da organização.

ISO 10013 – Diretrizes para a documentação de sistema de gestão da qualidade – Orienta sobre o que é importante existir em toda a documentação do seu SGQ, como fazer um bom Manual da Qualidade, por exemplo… Mas eu também tenho minhas dicas aqui!

ISO 19011 – Diretrizes para auditorias de SGQ e/ou SGA – Eu a considero a base para a formação de um bom time de Auditores Internos, o Sistema imunológico do seu SGQ. Ela não trata exclusivamente de auditoria interna, mas se orientar pelos seus preceitos te ajudarão a nivelar por cima a Qualidade de sua equipe!

ISO TR/10017 – Guia sobre técnicas estatísticas para ISO 9001:2000 – O uso correto da estatística pode beneficiar e muito a organização e o SGQ! A análise estatística dos dados gerados pelos processos ajuda a solucionar e até mesmo prevenir problemas que podem ocorrer por causa da variabilidade existente nos processos. Muitos indicadores realmente úteis podem ser criados quando conhecemos esse guia.

ISO 10019 – Diretrizes para a seleção de consultores de SGQ e uso de seus serviços – Ninguém sabe tudo. Certamente você já precisou ou vai precisar dos préstimos de uma consultoria, mas como escolher bem? Os critérios apresentados aqui te orientarão na escolha e facilitarão que você obtenha a melhor relação custo x benefício selecionando consultorias adequadas para o seu caso.

Além destas, existem diversas outras normas e guias que enriquecem muito o trabalho do Gestor da Qualidade, turbinando a ISO 9001 com informações e novos recursos, ampliam a capacidade do Gestor de interpretar adequadamente a norma, facilitam a adequação em segmentos específicos como o automotivo e o farmacêutico, por exemplo, e te tornarão um profissional muito mais versátil!

O Samuel me  lembrou também da ISO 10015 – Diretrizes para Treinamento, muito importante para turbinar a área de RH e toda a empresa através de uma capacitação focada no que realmente interessa. Veja o que ele disse nos comentários sobre ela!

20 / Junho/ 2009

Convidado de Hoje: Samuel da Rocha

O Samuel da Rocha tem mais de 20 anos de experiência na gestão da qualidade em indústria Automotiva e Eletroeletrônica, e criou um blog para auxiliar na capacitação da sua equipe na empresa; assim sempre que percebe uma dificuldade ou oportunidade de desenvolvimento das pessoas, ele publica um post sobre o assunto.

Uma boa idéia que serve não apenas para o Samuel e sua equipe, mas para todos que precisam lidar com assuntos semelhantes!

Eu acompanho o SR Gestão, Sistemas e Tecnologias da Qualidade desde que ele iniciou, em Julho de 2008. E sempre indico o blog do Samuel quando surge aqui entre os leitores uma dúvida sobre a ISO TS 16949, especialidade da casa no SR Gestão… Para conhecerem um pouco o trabalho desenvolvido pelo Samuel, trago hoje um artigo muito bom dele:

puzzle_pieces10 Características de um Bom Solucionador de Problemas

“Adote estas estratégias para ser um especialista em resolução de problemas e tome o caminho mais fácil para encontrar a solução nos confusos desafios de sua empresa.

Então o que faz uma pessoa melhor solucionadora de problemas do que outras?

1. Não tenha medo de fazer perguntas

Mesmo as perguntas simples precisam ser respondidas. Quando você não tem certeza sobre alguma coisa, peça para alguém explicar para você ou mostrar no local do processo. Pergunte a quem for necessário, desde um Diretor de Engenharia até um simples Operador. As pessoas que estão no processo normalmente contribuem com pistas para solucionar o problema.

2. Compreenda os detalhes

Você pode ser o maior expert em solucionar problemas no mundo, mas se você não compreender os detalhes, não será capaz de resolver o problema por completo. Isto enfatiza a necessidade de incluir no processo especialistas e envolver as pessoas certas.

3. Não suponha absolutamente nada

Não conclua nada a partir de um pré-suposto. Verifique todas suas suposições através de validação, assim como todas as informações que alguém passou para você. Considere tudo como hipóteses até que estas sejam confirmadas ou descartadas.

4. Não pule para conclusões

Frequentemente ouvimos pessoas dizerem que elas acreditam que o problema esta relacionado com o projeto ou é um problema de processo. Pulando para conclusões, você pode ser direcionado para o caminho errado. Deixe os dados que você coletou e as pistas encontradas guiarem você para as causas do problema que você tem.

5. Use todos os seus sentidos

Procure por diferenças ou distinção entre uma peça boa e uma peça ruim. Escute os operadores e clientes. O que eles perceberam? O que é visualmente diferente? Alguma coisa se sobressaiu?” (…)

Agora, se você chegou até aqui, provavelmente vai querer ler o restante do artigo. Então aproveite para fazer uma visitinha lá no SR Gestão e leia tudo na fonte, clicando aqui!