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Archive for Maio, 2009

Feigenbaum – 19 passos e 4 pecados

31 / Maio/ 2009 ronaldocgq 2 comentários

Semanas atrás eu coloquei aqui no blog um resumo da biografia de Feigenbaum, mas havia mais a dizer sobre a obra dele. Como era muito material preferi dividir em dois artigos.

A primeira parte está aqui: Armand Vallin Feigenbaum – TQC

Para continuar, vamos ver os 19 passos para a melhoria da qualidade e os quatro pecados mortais da qualidade, segundo o pensamento do mestre Feigenbaum.

CLIQUE AQUI PARA LER TODO O ARTIGO…

Posters Motivacionais Clássicos

28 / Maio/ 2009 ronaldocgq 5 comentários

Mensagens motivacionais são uma constante, pois não faltam exemplos na internet, sem falar nas paródias desmotivacionais! Umas com boa qualidade, outras já batidas… Isso sem falar no estilo “placa de trânsito” de gosto duvidoso.

Posters Qualiblog

Portanto resolvi utilizar um layout já clássico, mas de excelente bom gosto e versatilidade, para criar uma coleção de posters com mensagens exclusivas.

Como opção, a mesma coleção pode ser baixada em três estilos diferentes: Noturno (degradè Azul e Preto) ou Tradicional com fundo preto ou com fundo branco. São 10 posters em formato pdf para impressão em A4.

Em breve sairá a coleção 2, com novos temas! Se quiserem sugerir algum podem deixar registrado nos comentários.

Escolha a sua coleção clicando aqui:

Degradè Azul e Preto

Tradicional – fundo Preto

Tradicional – fundo Branco

ABNT e IRAM assinam convênio

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e o Instituto Argentino de Normalização e Certificação (Iram) assinam convênio no dia 28 de maio, às 17h30, em Buenos Aires.

A parceria tem foco na área de Certificação, visando ao desenvolvimento de metodologia para que os produtos e serviços de ambas as instituições sejam aceitos nos dois países. A iniciativa deverá facilitar as relações comerciais entre empresas brasileiras e argentinas.

Fonte: ABNT

Este tipo de convênio é mais um passo para a harmonização normativa na América do Sul (e Mercosul), e logicamente pode trazer benefícios a todas as partes. Esta harmonização é um objetivo perseguido há muitos anos (tenho notícia que desde a década de 90) e encontra obstáculos técnicos semelhantes aos encontrados pela Comunidade Européia quando seguiram o mesmo caminho. E é bom lembrar que este caminho é longo e difícil de trilhar…

Foruns sobre Qualidade

26 / Maio/ 2009 ronaldocgq 2 comentários

forumxadrezUma excelente ferramenta de integração, networking, colaboração… Os Foruns são tudo isso e mais. E claro, existe uma infinidade deles, sobre tudo, pois o ser humano é um bicho social por natureza e portanto leva todos os seus interesses para discutir em grupo.

Para a nossa área especificamente existem também vários foruns. Já busquei contato em muitos, visitei por um tempo, mas nem todos mantém um nível razoável de participação, coesão e foco. Em qualquer forum o pessoal às vezes foge ao tema, isso é comum, mas alguns simplesmente enveredam por discussões que descaracterizam o forum!

A idéia aqui é orientar (pretensão a minha…) o pessoal para alguns dos melhores forums que conheci e acompanho. Não sou de entrar muito nas discussões, às vezes indico um artigo, apresento um post novo do blog, respondo a uma ou outra questão, mas visito-os diariamente!

Então, seguem as sugestões (em ordem alfabética), com uma descrição breve sobre cada um; espero que gostem!

Auditores ISO – grupo criado com objetivo de trocar informações e experiências entre os auditores internos de sistemas de gestão ambiental e da qualidade baseados nas normas ISO 9000 e ISO 14000.

FQE – Forum da Qualidade e Excelência – Grupo destinado a todos os profissionais da qualidade, metrologia industrial/científica, metrologia legal/analítica. Lançou há pouco um Portal relacionado, o Portal FQE.

Gestão de Sistemas da Qualidade –  para pessoas com experiencia ou interessadas em sistemas de qualidade. Podem ser auditores de qualquer nivel, ou estudantes que possam contribuir com a disseminação da cultura da qualidade e ajudar aqueles que buscam apoio em suas atividades ou o conhecimento do assunto.

Isoquali – A finalidade deste grupo é divulgar assuntos realcionados a Qualidade, Sistema da Qualidade, Gestão e Estratégia, estudos de caso, matérias, textos, elaboração de documentos da qualidade, notícias, novas técnicas, esclarecimento de dúvidas sobre implantação de Sistema da Qualidade, ISO 9000, etc…

NEIware – Forum do site NEIware sobre Gestão, principalmente Qualidade e Produtividade. Muito diversificado, fala sobre softwares específicos, EAD (ensino à distância), Consultoria, produtos voltados a profissionais da área, etc.

Aproveito para dizer que se quiserem sugerir outros, deixem sua indicação nos comentários. Farei questão de conhecê-los e avaliar. Os que forem aprovados serão incluídos na lista de sugestões.

The Jonas Brothers e a Qualidade

21 / Maio/ 2009 ronaldocgq 4 comentários
Jonas Brothers

Foto gentilmente surrupiada do site da revista Época

Antes de mais nada quero deixar claro que já passei da idade de ser fã do grupo… Não que o considere ruim, mas o motivo deste artigo é outro. Lendo a matéria da revista Época desta semana sobre o grupo, observei que o comportamento de algumas fãs tem traços aplicáveis a conceitos necessários para a Gestão da Qualidade. Vou transcrever aqui uns trechos (em itálico) e comentar sobre as impressões que tive.

“É difícil medir o impacto de um ídolo no comportamento de seus fãs. No caso da paulistana Sabrina Parra Leme, de 14 anos, nem tanto. A vinda ao Brasil do trio pop americano Jonas Brothers fez com que suas notas em matemática subissem 5 pontos. “Nunca fui tão motivada pela matemática”, diz Sabrina. Melhorar suas notas – que estavam no vermelho no início do ano – era a precondição de seus pais para que ela pudesse ir ao show dos rapazes. Há duas semanas, Sabrina apresentou-lhes seu boletim, com um robusto 9 em matemática.”

Nada como um bom desafio e uma proposta motivadora para melhorar o desempenho de um processo cujo indicador apresenta queda… Claro, nem sempre o ganho de desempenho será tão assombroso como no caso da jovem Sabrina, mas me ocorreu que a falta de motivação do pessoal muitas vezes é responsável diretamente pelos resultados apresentados, e este fator não pode passar despercebido pelos gestores da qualidade e pelos gerentes!

“Não bastou. O pai estava convencido de que não era seguro deixá-la ir a um local que se transformaria num aglomerado de desconhecidos. Mais uma vez, Sabrina reagiu positivamente. Ela pesquisou o número de ambulâncias, policiais e seguranças que estariam disponíveis nos locais de show. Convenceu uma das professoras e o padrinho de uma amiga a acompanhá-la. Somou ao relatório um caderno com declarações dos amigos da escola com as razões pelas quais ela merecia – mais que isso, precisava – ir ao show. Funcionou.”Percebi aqui a presença de uma atitude pró-ativa da garota! É o que se espera de um gestor da Qualidade quando se depara com obstáculos ao propor melhorias e encontrar resistência. Juntar argumentos capazes de convencer a Direção ou os funcionários, obter apoio e somar forças na defesa de sua argumentação pode trazer resultados fantásticos! Quem é pró-ativo não desanima ao encontrar um novo obstáculo. Ao contrário, tenta encontrar meios de contorná-lo e usa para isso a criatividade!

“O modelo conservador dos Jonas Brothers está adequado às aspirações modernas. “Acredito que as novas gerações serão mais sérias que as antigas”, diz Modesto. “A contestação dos anos 70 e 80 perdeu o sentido, porque não há mais o que conquistar em termos de valores morais. Percebeu-se então que faltavam regras. Os pré-adolescentes querem fazer carreira e seguir dentro da linha e aprendem que dar certo significa seguir regras.””

A influência desse grupo sobre os jovens parece positiva exatamente por isso: Existem sempre regras que devem ser obedecidas e eles incentivam a molecada a dar atenção a elas. O sucesso de um SGQ também está vinculado a uma série de regras. Existem atividades, como Auditorias Internas e Controle de Não-Conformidades, Planos de Ação, etc., que estão diretamente associadas a um SGQ que dá certo! E estas regras devem ser divulgadas e incentivadas em todos os níveis da organização. O gestor não toca sozinho o SGQ, sem a participação e principalmente a colaboração de todos, ele estará fadado a definhar (o SGQ, não o gestor… Mas às vezes o gestor também…)

“Um símbolo do que esse fenômeno mundial é capaz de provocar no coração das jovens é a estudante de Direito paulistana Marília de Freitas, de 19 anos. Fã desde 2007, ela se tornou uma das principais responsáveis pela vinda dos Jonas ao país. Criadora do fã-clube Jonas Brothers Fan – Brasil, ela soube que o grupo não havia incluído o país na turnê mundial Burnin up, que viria à América Latina. A justificativa dos produtores era a “falta de fãs” por aqui. Indignada, Marília coordenou e unificou as esparsas iniciativas virtuais de fãs brasileiras para trazer os garotos. Usou o site de relacionamento Orkut para criar o projeto Jonas in Brasil. Mobilizou 28 mil fãs para executar seu plano, de 25 etapas. Os fãs fizeram passeatas e vídeos, escreveram cartas e um abaixo-assinado, deixaram mensagens na página da banda no site MySpace. Tudo registrado e enviado à gravadora, à imprensa e espalhado pelo YouTube. “Se não foi a gente que convenceu os produtores, pelo menos tivemos influência: mostramos para o mundo que há muitos fãs deles no Brasil”, diz Marília. Prova de que ela tinha razão, os 70 mil ingressos para os shows estão quase esgotados.”

Resultado de um ideal em que Marília acreditava, somado a um verdadeiro trabalho de equipe! Como mobilizar as pessoas (muitas, principalmente) para um objetivo? – Só funciona quando estão convencidas de que é um objetivo comum a todas. E muita gente trabalhando junta só funciona também se houver um planejamento e alguém responsável por mobilizar, canalizar esforços e agir com transparência, divulgando resultados, registrando avanços, norteando ações… Ninguém está dizendo que é fácil!

“A mensagem dos Jonas vai além da fachada comercial. Até quando são encurralados por uma horda de tweens berrando seus nomes, os rapazes distribuem autógrafos, sorrisos e abraços.”

O que são os fãs de uma banda ou qualquer celebridade? Seus clientes! Assim como para os irmãos Jonas os fãs têm prioridade e eles se preocupam com a satisfação dessa galera, um SGQ deve estar sempre voltado para a satisfação do Cliente! O que é uma banda sem fãs? O que é uma empresa sem clientes?

ÉPOCA – Pregar valores morais fazendo um som ligado à rebeldia não parece uma incongruência?
Nick – Não, de forma nenhuma. A música não o define como pessoa, você define a música. Por isso é importante sermos bons rapazes, passar mensagens positivas fazendo a música de que gostamos. Porque só fazemos e tocamos a música que amamos. Somos honestos com nossos ideais, sinceros com nós mesmos. Seria um desperdício tentar ser aquilo que não somos.”

Finalmente, o maior calcanhar de Aquiles da Qualidade. Os famosos e tão infelizmente difundidos certificados de parede… Implementar a Qualidade deveria ser uma decisão séria em qualquer organização, mas na prática não é o que se vê. É tão difícil manter funcionando um SGQ em muitos casos porque simplesmente a organização ou a Direção “não é honesta com seus ideais, sincera consigo mesma”… Daí, acaba acontecendo o que vemos e convivemos tanto: O “desperdício de tentar ser o que não somos”!

Eu seria ingênuo se não admitisse que o texto está carregado de idealismo, mas essa é a grande meta final da Qualidade, atingir a excelência, se aproximar ao máximo da perfeição. Os obstáculos vão aparecer sempre, claro. Eu fiz a comparação dos conceitos citados com uma situação real exatamente para mostrar que esses conceitos, por mais idealistas, não são inatingíveis! Cada um dos trechos apresentados acaba sendo um “case de sucesso” do conceito relacionado, mostrando que sua existência é possível. Até mesmo num contexto impensável para a maioria dos gestores da qualidade…

Plano da Qualidade. Que bicho é esse?

20 / Maio/ 2009 ronaldocgq 3 comentários

Um dos documentos explicitados pela ISO 9001 é o Plano da Qualidade. Ele aparece no requisito 7.1 – Planejamento da realização do produto, e é descrito na nota 1 desse requisito:

NOTA 1 Um documento especificando os processos do sistema de gestão da qualidade (incluindo os processos de realização do produto) e os recursos a serem aplicados a um produto, empreendimento ou contrato específico pode ser referenciado como um plano da qualidade.

Vamos dissecar esse bicho!

Quando aplicado por uma indústria fica fácil definir o conteúdo do Plano da Qualidade (PQ), muitas vezes chamado de Plano de Inspeção e Testes (PIT) ou Plano da Garantia da Qualidade (PGQ).

Independente de ser aplicado para produtos ou serviços, ele pode se assemelhar a um cronograma de atividades que inclui todos os eventos de fabricação e de inspeção de um produto ou da realização de um serviço, em ordem cronológica e com um resumo detalhado de quem é responsável por cada etapa, quais as normas, os documentos e procedimentos aplicáveis à realização da etapa, se o cliente (ou um órgão inspetor) pode ou deve intervir ou acompanhar, quais os registros que serão gerados no decorrer dos eventos, critérios de aceitação (onde aplicável)…

Poderá conter também critérios para exclusões aplicáveis, para tratamento de não conformidades, etapas de atividades pós-venda… Ou seja, pode ser um documento bastante complexo! Mas não precisa que seja assim, depende do grau de exigência estabelecido em contrato ou pela própria organização; claro, o que for mais criterioso deve prevalecer.

Eu comparo sua estrutura a uma cebola! As camadas centrais mais importantes e as mais externas relativamente dispensáveis. Já notou como numa cebola as camadas saem mais fácil quanto mais externas são? A casca se solta às vezes por si só até. O centro é mais aderido. Veja:

Cebola Grafclique na imagem para ampliar   

A norma NBR ISO 10005 trás diretrizes para elaboração de Planos da Qualidade, inclusive com alguns exemplos em seu Anexo A. Só que sua leitura pode deixar um iniciante mais confuso que antes! Ela tenta facilitar as coisas criando uma correspondência de parágrafos com os requisitos da ISO 9001, porém a meu ver sem muito sucesso…

Formas de apresentação do Plano da Qualidade:

Nos modelos que a NBR ISO 10005 apresenta estão fluxogramas, tabelas e um misto dessas duas formas. Ela própria alerta que a forma de apresentação não é relevante e não há um formato mais adequado, isto dependerá do contexto, da complexidade do fornecimento, das situações envolvidas. Lembre-se que o Plano da Qualidade é um documento criado para ser lido e avaliado fora da organização, então o mais importante é sua clareza e objetividade.

Particularmente, prefiro aplicar uma tabela que ofereça todas as informações pertinentes de cada etapa, pois é um formato universalmente aceito.

Plano da Qualidade

clique na imagem para ampliar

Assim como na norma, a tabela acima é apenas um exemplo. Você pode incluir ou excluir colunas conforme sua necessidade. O importante é que todos os eventos importantes, documentos envolvidos e responsáveis sejam citados. Tudo de forma clara e cronológica, para facilitar o entendimento pelo cliente!

Excelente dica do Oficina de Gerência

19 / Maio/ 2009 ronaldocgq 2 comentários

Eu acompanho religiosamente o blog “Oficina de Gerência”, do gentleman, administrador e blogueiro (nas escassas horas vagas) Herbert Drummond. E hoje ele nos brindou com um ótimo post sobre Apresentações, com excelentes dicas! Para quem trabalha em Gestão da Qualidade, saber fazer boas apresentações é fundamental… Então, segue abaixo o post do Herbert:

Boas apresentações tem regras. Conheça algumas.

Um rápido post para indicar àqueles que dependem de apresentações para alavancar seus projetos – pessoais ou corporativos – nas empresas ou comunidades em que atuem.

O texto é recorrente na internet, mas eu mesmo não o conhecia. Gostei muito! Tem a qualidade das publicações da HSM.

Por favor, não desprezem estas dicas e outras que possam aprender. A internet é farta nos links sobre apresentações. Chega a ser estranho verem-se tantos técnicos, brilhantes em seus conhecimentos, enrolarem-se completamente quando são escalados para fazer uma apresentação dirigida a uma platéia que decidirá sobre seus projetos.

Pessoalmente já vi promoções e carreiras serem defenestradas e adiadas ou impulsionadas e aceleradas por conta de apresentações obscuras e bizarras ou brilhantes e exitosas, respectivamente.

Pessoalmente, tive a sorte de, quando estudante, trabalhar em emissoras de rádio (era radialista esportivo) em Recife e com isto desenvolver uma habilidade de improvisação que ajudou muito na minha carreira. Todavia, não dispensei e não dispenso nunca os recursos disponíveis para realizar uma apresentação exitosa.

Nem todos, entretanto, tem ou tiveram as oportunidades que me surgiram. Assim sendo o negócio é por as mãos na massa e tratar de aprender e treinar; fazer cursos e observar. Trabalhar incansavelmente para ser um apresentador de sucesso. Podem crer que os resultados serão positivos e favoraveis.

Conheço até gerentes incompetentes que se salvam pela habilidade que desenvolveram em “vender bem” suas idéias. Tive inclusive, anos atrás, um colega que ficou conhecido como “Doutor PowerPoint” tal o brilhantismo com o qual ele fazia suas apresentações. Era, no entanto um péssimo gerente, com todos os defeitos que se possa imaginar. No entanto fez carreira – por muitos anos – só na base da sua oratória e capacidade de realizar apresentações notáveis.

Comecem por aqui, quem ainda não se dedicou ao assunto, e aproveitem as “Dez Regras” e ao final do texto, os links com vídeos (em inglês) dos variados estilos de apresentações de palestrantes famosos como Al Gore e Isabel Allende.
Não percam essa oportunidade.

10 regras para uma boa apresentação

(Por Adriana Salles Gomes – editora executiva da Revista HSM Management)

Confira dicas importantes, partindo de exemplos de grandes gurus, para você usar boas ferramentas e maneiras de apresentar o conteúdo para os espectadores. Leia mais!

A opinião é unânime. Os vídeos dos TED Talks são uma delícia de ver. Qual é o segredo dessas palestras? Acho que o primeiro (e principal) segredo é o mesmo dos eventos HSM: só tem gente bamba falando.

Mas, mesmo que você não seja (ainda) tão bamba quanto esse pessoal, pode fazer uma apresentação em sua empresa, ou para clientes, ao estilo TED Talk – se quiser. Basta se lembrar das poéticas palavras do Seth Godin (amor no palco; respeito na plateia) e seguir as 10 regras formatadoras (DOs & DON’Ts).

1. Não despeje o conteúdo simplesmente.
2. Sonhe um sonho grande ou mostre algo realmente novo – ou ainda algo que você nunca compartilhou antes.
3. Revele sua curiosidade e sua paixão.
4. Conte uma história.
5. Comente à vontade sobre o que outros falam, trazendo à tona concordâncias e controvérsias.
6. Não se apegue muito ao ego. Mostre vulnerabilidade, exiba (use) seus fracassos tanto quanto seu sucesso.
7. Não venda nada no palco: nem sua empresa, nem produtos, nem livros. Nem peça dinheiro.
8. Lembre-se o tempo todo de que rir (e provocar risos) é bom.
9. Não leia sua apresentação. Jamais.
10. Não roube o tempo dos que o estão seguindo.

Também há exemplos de apresentações igualmente impactantes apesar de os recursos variarem. Clique nos links e veja (em inglês) diferentes estilos pessoais de conferencistas famosos. Mesmo que não entenda bem o idioma, vale mais a observação dos personagens, seu gestual, suas expressões, sua movimentação no espaço disponível e outras dicas semelhantes.

• Sem slides e sem script (no teleprompter): Ken Robinson/Do schools kill creativity?

• Com slides incrivelmente visuais: Seth Godin/Why tribes, not money or factories, will change the world.

• Com slides simples (mas de alto impacto): Al Gore/15 ways to avert a climate crisis.

• Com script (no teleprompter) e sem slides: Isabel Allende/ Tales of passion.

• Com slides supérfluos, em bullets: Tony Robbins/Why we do what we do.

• Com script (no teleprompter) e com slides: Jill Bolte Taylor/My stroke of insight.

• Com slides que são mera desculpa para contar histórias: Hans Holing/Debunking third-world myths with the best stats you’ve ever seen.

• Com excesso de slides: Larry Lessig/How creativity is being strangled by the law.

• Com música ao vivo (também foi assim com Ben Zahnder na ExpoManagement, diga-se de passagem): Ben Zahnder/Classical music with shining eyes.

(Veja este artigo na fonte, clicando aqui)

O Jogo dos 7 Erros e o Requisito 6.2.2

18 / Maio/ 2009 ronaldocgq 2 comentários

Já perdi a conta de quantas vezes foi dito que a ISO 9001 não trouxe mudanças profundas nesta nova versão, mas uma das mais significativas foi a mudança de foco do requisito 6.2.2, que antes era “avaliar competência” e agora é “atingir a competência necessária”.

Como atender isso? Não precisamos mais avaliar competências e treinamentos? Não precisamos ter um indicador de horas treinadas? Procure as respostas para essas e outras questões neste artigo:

CLIQUE AQUI PARA LER TODO O ARTIGO…

Graças a vocês!

15 / Maio/ 2009 ronaldocgq 7 comentários

Agora pela manhã eu fiz, como rotineiramente faço, o de sempre: Abri as páginas de comentários e estatísticas do blog para dar uma olhada. E aí…

Estat 14-05-09

SURPRESA!!! O Qualiblog atingiu ontem mais um recorde de acessos! 2000 visitas em 14-05-09!!! 2000 visitas em um dia! Bem, dá para ver pelo gráfico que não é todo dia que tenho este alcance;  então, quando acontece, para mim é motivo de comemorar!

E de agradecer a presença de todos os que passaram por aqui ontem e passam, frequentemente ou não, para ver o que há de novo nessas paragens!

MUITO OBRIGADO A TODOS VOCÊS pela surpresa e pela satisfação de saber que estou desenvolvendo aqui algo útil e interessante!!!

Mas devo dizer que, somente com a sua opinião, sugestão, crítica e colaboração é que o Qualiblog fica realmente útil e interessante! Então, um  AGRADECIMENTO ESPECIAL aos que colaboraram para este sucesso!

A Qualidade como ela é – Depoimento Oito

14 / Maio/ 2009 ronaldocgq 3 comentários

Mais um depoimento vindo de Moçambique! O Felipe Chitofo fala da importância do envolvimento real da Alta Direção em seu relato para o projeto “A Qualidade como ela é…”.

Clique aqui para ler todo o artigo…