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Posts Etiquetados ‘análise’

Comentando o item 8.4

5 / Fevereiro/ 2009 ronaldocgq 3 comentários

Item 8.4 – Análise de Dados

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Apesar de a ISO 9001 não falar em nenhum lugar dos indicadores, é nesse capítulo que eles se encaixam melhor. Os itens 8.2 e 8.4 oferecem bases para eles. O item 8.4 diz o seguinte:

Clique aqui para ler todo o artigo…

ISO 9001:2008 – O que muda nos capítulos 2 e 3

4 / Dezembro/ 2008 ronaldocgq 5 comentários

O capítulo 2, que apenas indicava a relação da ISO 9001 com a 9000, foi reescrito. Já o capítulo 3 teve partes suprimidas por estarem desatualizadas.

Onde ocorreram mudanças?

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ISO 9001:2008 – O que muda no capítulo 1

28 / Novembro/ 2008 ronaldocgq 5 comentários

O capítulo 1 – Objetivo, explica o que é a ISO 9001 e como deve ser aplicada.

Onde ocorreram mudanças?

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ISO 9001:2008 – O que muda no capítulo 0

21 / Novembro/ 2008 ronaldocgq 8 comentários

A revisão da ISO 9001 para a versão 2008 trouxe poucas mudanças. Certamente todos já cansaram de ouvir isso… Essas mudanças, sutis em vários pontos, serviram para melhorar o entendimento da ISO 9001 e para aprimorar sua utilização. Porém em alguns pontos ela sofreu modificações que precisam de uma maior atenção por parte dos gestores, auditores e demais profissionais que a utilizam. Vou começar agora a comentar cada uma das mudanças, e onde houver pontos mais significativos vou alertar.
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Comentando o item 8.1

6 / Setembro/ 2008 ronaldocgq 1 comentário

8.1 – Generalidades

A organização deve planejar e implementar os processos necessários de monitoramento, medição, análise e melhoria para

a) demonstrar a conformidade aos requisitos do produto,
b) assegurar a conformidade do sistema de gestão da qualidade, e
c) melhorar continuamente a eficácia do sistema de gestão da qualidade

Isso deve incluir a determinação dos métodos aplicáveis, incluindo técnicas estatísticas, e a extensão de seu uso.

O capítulo 8 da ISO 9001 trata de temas voltados à performance dos processos e do SGQ como um todo, consequentemente, da organização.

O requisito 8.1 introduz de uma maneira superficial a importância de serem efetuadas medições, monitoramento e análise dos resultados com o objetivo de que os processos adquiram uma característica de dinamismo. Essas atividades também levam ao amadurecimento do SGQ, pois com o tempo todas as variações que afetam os processos podem ser conhecidas e, mesmo que não inteiramente controláveis, oferecer menor impacto à qualidade.

Além disso, quem não monitora seu sistema certamente não sabe em que patamar se encontra e dificilmente poderá determinar melhorias e avanços ao SGQ. Também está fadado à estagnação do sistema, que com o tempo irá certamente comprometê-lo.

Mas calma! Nem tanto ao céu, nem tanto à terra! Não adianta sair criando medições a torto e a direito, que isso só fará seu SGQ inchar e muito tempo ser perdido na análise dos seus indicadores… É preciso dosar o uso dessa ferramenta para que sua eficácia seja real. Não esqueça que até água demais faz mal…

Para entrar em detalhes sobre as medições e o monitoramento dos processos, estou preparando o artigo que seguirá esta introdução.

Muita atenção aos requisitos do capítulo 8 da norma, pois são eles que dirão de fato como anda seu sistema!

Veja todos os artigos desta série aqui.

Comentando o item 7.2 – parte II

19 / Agosto/ 2008 ronaldocgq Deixe um comentário

7.2 – Processos relacionados a Clientes

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O item 7.2 da ISO 9001 é um dos mais delicados, pois trata exatamente da relação com o seu cliente final. É importante observar bem os termos deste item porque ele, mais que qualquer outro, pode determinar o sucesso dessa relação. Talvez por isso ele seja um dos mais claros.

Para que este artigo não ficasse grande demais, eu o dividi em três partes. Leia a primeira aqui: 7.2.1 – Determinação de requisitos relacionados ao Produto.

7.2.2 – Análise crítica dos requisitos relacionados ao produto, é basicamente o trabalho do setor de Análise de Contratos ou de Pedidos. Os cuidados necessários com esse processo são determinantes para toda uma seqüência de operações que ocorrerão nos processos seguintes e poderão definir a conformidade ou não do seu produto ou serviço com os requisitos do Cliente final. Daí sua extrema importância.

Aí em cima eu disse que o item 7.2 da ISO é um dos que considero mais claros, e este sub-item mantém essa característica. Suas alíneas não deixam margem a interpretações equivocadas. Vejamos:

A organização deve analisar criticamente os requisitos relacionados ao produto. Esta análise crítica deve ser realizada antes da organização assumir o compromisso de fornecer um produto para o cliente (por exemplo, apresentação de propostas, aceitação de contratos ou pedidos, aceitação de alterações em contratos ou pedidos) e deve assegurar que:

a) os requisitos do produto estão definidos,

b) os requisitos de contrato ou de pedido que difiram daqueles previamente manifestados estão resolvidos, e

c) a organização tem a capacidade para atender aos requisitos definidos.

Devem ser mantidos registros dos resultados da análise crítica e das ações resultantes dessa análise
(ver 4.2.4)

Observem a objetividade do texto. Fica claro que o aceite de um pedido só deve ser dado APÓS uma análise criteriosa de seus termos, correção de eventuais divergências e verificação de que a organização poderá atender aos requisitos acordados com o cliente. Não esqueçam que isso inclui prazo, conformidade técnica e adequação ao uso pretendido, além de atividades pós-venda! E também que isso deve ficar registrado, preto no branco.

Quando o cliente não fornecer uma declaração dos requisitos, a organização deve confirmar os requisitos do cliente antes da aceitação.

Sim, nem sempre o pedido está completo, com todas as características determinadas e claras. Para quem trabalha nessa área isso às vezes é um tormento, e muitos usam o critério de que se o cliente pediu errado, problema dele. Mas se você quer manter seus clientes, pense bem: Você gostaria de comprar algo e depois descobrir que não atende sua expectativa? Você voltaria a comprar lá? Você indicaria a outros?

Quando os requisitos de produto forem alterados, a organização deve assegurar que os documentos pertinentes são complementados e que o pessoal pertinente é alertado sobre os requisitos alterados.

Pedidos não são imutáveis. Podem haver alterações de características, quantidades, e o cliente espera receber o que foi determinado na versão mais recente do seu pedido. Um exemplo: Você vai dar uma festa no final de semana e encomenda 500 salgados na segunda feira. Na quarta, revendo a lista com sua esposa, percebem que serão necessários 1000, e não 500 salgados. Você liga para o fornecedor, e a pessoa que te atende anota a alteração do seu pedido. Pronto.
Só que ela esquece de passar a informação e no sábado, quando o entregador chega e lhe entrega a nota estão apenas 500 salgados… Preciso falar mais alguma coisa?

NOTA – Em algumas situações, como vendas pela internet, uma análise crítica formal para cada pedido é impraticável. Nesses casos, a análise crítica pode compreender as informações pertinentes ao produto, tais com catálogos ou material de propaganda.

Esta nota serve para alertar que existem exceções à regra. Você consegue imaginar um McDonald´s da vida fazendo análise de pedidos? Existem diversos negócios que têm essa característica da agilidade no atendimento ser fator primordial de sucesso. Essas devem encontrar caminhos mais adequados para minimizar o impacto de eventuais falhas no processo da venda comprometerem o produto ou serviço e a relação com o cliente.

Na sequência veremos o sub-item 7.2.3 – Comunicação com o cliente

Veja todos os artigos desta série aqui.

Para pensar… e se mexer!

20 / Julho/ 2008 ronaldocgq 26 comentários

“Aqueles que não conseguem lembrar-se dos erros do passado, estão condenados a repeti-los.” George Santayana – Sugestão do Marcos David! (veja nos comentários outras sugestões dele e participe também).

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QUE TAL DEIXAR NOS COMENTÁRIOS DESTE POST UMA FRASE (COM AUTOR) PARA EXPORMOS AQUI?

VAI SER ÓTIMO TER SUA PARTICIPAÇÃO!

Veja também os tópicos do Brainstorm Virtual, outra forma de participação para os leitores!

Comentando o item 5.6

27 / Maio/ 2008 ronaldocgq 10 comentários

Item 5.6 – Análise Crítica pela Direção

Este é o último requisito do capítulo 5 da ISO 9001. Mas como ele deve ser adequadamente atendido?

Em 5.6.1, a ISO indica que deve ser feito um planejamento para a realização dessa análise a intervalos regulares. Com isso, fica a critério da organização definir quando e de quanto em quanto tempo será realizada a ACD. Não podemos esquecer que esta análise é de vital importância para a manutenção do SGQ, que sem uma análise crítica periódica corre um alto risco de estagnar, degradar e morrer.

O quê exatamente é a ACD?
A Análise Crítica pela Direção (ACD) é uma espécie de inspeção do sistema, onde a Alta Direção da organização verifica o andamento das atividades ligadas ao SGQ, seus resultados, suas necessidades, oportunidades de melhoria, etc. Geralmente é feita uma reunião onde devem estar presentes a Direção, o RD (Representante da Direção) e as gerências ligadas aos temas abordados. É uma reunião dirigida, ou seja, precisa ter uma pauta pré-definida onde constem os temas que serão abordados. E os responsáveis por esses temas deverão ter um posicionamento atualizado sobre eles para que a reunião não trave, nem deixe de tratar algum aspecto previsto na pauta, o que não seria nada saudável para o SGQ.

O que se trata na ACD?
Muita coisa! Mas isso não significa que deverá ser um retiro para os dirigentes da organização! O sub-item 5.6.2 – Entradas para Análise Crítica, da ISO 9001 possui sete alíneas que informam a estrutura básica da pauta da ACD. São os seguintes temas:

a) resultados de auditorias,
b) realimentação do cliente,
c) desempenho de processo e conformidade de produto,
d) situação das ações preventivas e corretivas,
e) acompanhamento das ações oriundas de análises críticas anteriores pela direção,
f) mudanças que possam afetar o sistema de gestão da qualidade, e
g) recomendações para melhoria.

Além desses temas, caso a organização ache necessário, outros poderão ser abordados também. O importante é que esses sete temas sejam obrigatoriamente tratados, pois são os essenciais para o SGQ. É com base neles que obtemos as Saídas da Análise Crítica (sub-item 5.6.3):

a) melhoria da eficácia do sistema de gestão da qualidade e de seus processos,
b) melhoria do produto em relação aos requisitos do cliente, e
c) necessidade de recursos.

Com isso, o SGQ é mantido atualizado, em sintonia com os objetivos da organização e alinhado com suas políticas. A Direção por sua vez se mantém informada sobre a situação do SGQ, decide quais melhorias deverão ser executadas, quais podem ou devem esperar, etc…

E depois?
Esta reunião deve ser registrada em uma ata, que servirá inclusive para nortear a próxima ACD. Não esqueçam que esse é um dos registros obrigatórios da ISO!

Dêem também uma olhada no artigo do Didaskou sobre o tema, clicando aqui.

Veja todos os artigos desta série aqui. E um modelo de Ata para ACD na página Qualidownloads!

Foto: Os dois presidentes coreanos a regar a “arvore da paz” com água das duas Coreias (Out./2007). Achei que tinha tudo a ver com o artigo, pois vejo a ACD como um momento em que a Direção “rega” o SGQ, para que ele cresça e dê frutos na organização. Fonte: Estudante Digital

Pareto prá quê te quero

14 / Abril/ 2008 ronaldocgq 85 comentários

O gráfico de Pareto é uma ferramenta da Qualidade utilizada principalmente para priorizar ações. Com ele podemos analisar mais claramente as causas de ocorrência de um problema, por exemplo, e definir o foco de atuação sobre as mais críticas.

Para saber rapidamente quem foi Pareto, clique aqui.

Eu poderia simplesmente colocar uma planilha com um Pareto aqui e terminar o assunto, mas o interessante mesmo é aprender a fazer o gráfico e de que forma aplicar essa ferramenta; então vamos lá.
LEIA MAIS…